terça-feira, 5 de dezembro de 2006

meu infinito particular

PALAVRAS BELAS



Por que dizer palavras belas aos surdos de coração?
Serão sempre gotas que caem no vazio,
Não giram moinhos,
Não geram redemoinhos.


Por que dizer palavras belas aos cegos de sentimentos?
Será sempre um fulgor inútil,
Um lampejo que brilha nas trevas
Sem testemunhas,
Sem eco,
Sem sobrevida.


Por que dizer palavras belas a quem não as quer ouvir?

sexta-feira, 1 de dezembro de 2006

"NO ES UNA PÉRDIDA..."
Cuando pierdo mis pensamientos en el pasado
Miro hacia el futuro y gano repasando mis errores.
Cuando me pierdo por calles, rincones, paisajes desconocidos
Gano sorpresas y descubrimientos, y me deslumbro ante las nuevas sensaciones que me invaden.
Cuando pierdo mi mirada dentro de lo mas profundo de tus ojos
Gano la paz, la dulzura y la pureza de tus sentimientos.
Cuando pienso en perder mis manos entre las alfombras de tu despertar
Gano el posible "deleite" de envolverme en tus sueños.
Cuando pierdo el aliento, al hacerte una pregunta
Gano la posibilidad, aunque ínfima, de que la respuesta sea,
Al final,el deseado "SI"!

quinta-feira, 30 de novembro de 2006

TU SONRISA


Siempre que me sonríes, yo pienso que es una promesa.
Pero, cuando me voy y tu solo me dices “adiós”
Yo me hundo en un mar de tristeza y desesperación
Del que salgo sólo cuando me acuerdo de tu sonrisa
Y pienso que todavía eres una promesa.


segunda-feira, 27 de novembro de 2006

POEMAS DE AMOR E MELANCOLIA 4

ALGO MILAN KUNDERA

O ar, nas tardes frias de outono, parece pesado como concreto.
Barcelona, nesses momentos, parece flutuar de cabeça para baixo.
Os prédios parecem perder seu peso em comparação com as nuvens que nunca chegarão a chover.
Caminhamos como se voássemos, espargindo leveza e suavidade, com medo de que o concreto atmosférico nos caia sobre a cabeça.
Como pode ser insuportável esse temor a levitar!!!!!
Será disso que falava Milan Kundera???

domingo, 26 de novembro de 2006

POEMAS DE AMOR E MELANCOLIA 3

A PERDA
Eu não sei o que é decepção: perder o que nunca se teve ou não ter alguma coisa que não se pode dizer perdida.
Talvez a única coisa que alimente a esperança seja a possibilidade. A conquista é o princípio da perda e, quando já não existe a possibilidade... para que esperança?
Não é melancólico despedir-se de alguma coisa que já ocorreu. Exasperante mesmo é morrer sem ter vivido.
Pode ser que alguma coisa aconteça entre hoje e amanhã. Mas essa sensação de perda parece eterna...

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