terça-feira, 13 de fevereiro de 2007

SEM TITULO


SEM TÍTULO


Esta página em branco,
esperando por umas palavras
que expressem alguma idéia ou pensamento
me assusta...
Assim como me assusta ter a cabeça em branco,
ter um dia que parece que vou passar em branco,
ver meus dias passados em branco
e sentir o branco de uma ausência que eu nem sei de quem...
Que dorzinha mais chata essa
vinda sabe lá de onde,
forçando um pensamento, uma nostalgia,
uma saudade sem sentido.
Que agulhada é essa que incomoda e perturba
mas que não mostra um caminho a seguir.
Cobra uma decisão
mas não dá nenhum indício de saída...
Preferia ter um dia negro
com uma dor profunda que mostrasse sua cara,
que me apertasse com força contra a parede
e me fizesse desesperar.
Só as dores violentas
provocam uma reação contundente.

5 comentários:

Anônimo disse...

Então agora está provado: É possível extrair beleza da tristeza, transmutar em um belo poema um sentimento de dor.
Um beijo!
Eduardo

Edson dos Reis disse...

Olá Mário,
Passei por aqui pra ler seus poemas. Eu curto muito isso!
Abraços e até breve!!

Fátima Abrahão disse...

Oi sweet... que coisas lindas vc escreve... sempre me identifico... sempre fico com lágrimas nos olhos... Bacana é que vc não é melancólico, e sim uma pessoa alegre e divertida. Beijos, da Fátima.
PS: Já sei que Jair está por aí... com certeza vc fica mais feliz... que bom!!!

Alex Lyra disse...

Mário,

Voce deveria editar as suas poesias... sao preciosas!
Abraçao.

Anônimo disse...

Alô Mário!
O branco, a calmaria pode ser prelúdio de um grande amor! Te desejo saúde, paz e muito amor no coração e a "sorte de um amor tranquilo, com sabor de fruta mordida..."

Abração, Márcio/BSB

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