terça-feira, 22 de janeiro de 2008

NA FONTANA DI TREVI ATÉ EU PERCO O TEMOR DE SORRIR

VERSOS BRANCOS - 2

Não pense,
Amor meu,
Que uso a poesia fácil
Para corromper teus anseios.
É que,
Tal e qual nos amores,
Cada palavra,
Quando está num poema,
Bem mais freqüentes vezes do que se imagina,
Acaba buscando sua própria rima.

Por isso,
Quando encontres um verso
Que se possa classificar
De “rima pobre”,
Não culpe o pobre poeta
Que talvez,
E só talvez,
Pensou tratar-se o amor,
Não de apenas carne,
E sim de um sentimento mais nobre.

4 comentários:

Anônimo disse...

Lindo, não disse que leio vc quando leio seus poemas!
Sinto que estas falando pra mim e que o que vc escreve está saindo dos seus lábios.
Lindo demais!
Um grande beijo e um forte abraço.
Reginaldo Pinho.

GiBaN® disse...

Adorei o poema.
Todos procuramos uma rima, em todos os sentidos da vida, principalmente em um lindo poema e nos amores. Estamos a procura da rima certa e do sentimento mais puro e sincero...
O amor sem carne? é um amor platônico, seria isso no meu entender. Mas todos adorariam um sentimento mais nobre, mas me conformo com um sentimento recíproco entre as pessoas...
Forte Abraço!
GiBaN

Gisela disse...

oi Mário,

Gostei muito, para mim é um dos melhores. Voc~E estava inspirado mesmo. E a foto tá demais.
Um beijo e sucesso sempre

Mari disse...

Mário, que lindo!!! Vc é realmente um poeta, cada vez mais me surrpreendo com seus poemas, demais mesmo! Agora, esse poema foi pensando em quem hein? hihih beijocas Mari!

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